Estúdio de bike fit · Oeiras

Cada quilómetro com dor é um quilómetro desperdiçado.

Bike fit no meu estúdio: avalio a tua mobilidade fora da bicicleta, filmo a tua pedalada no rolo, meço os ângulos do joelho, da anca e do tronco — e ajusto a bicicleta às tuas medidas. Sais com um relatório.

Urbano 97€ · 1h30Performance 127€ · 3h

Sessão de bike fit no estúdio VTR Bike Lab, em Oeiras: ciclista a pedalar no rolo, Victor sentado com o iPad e a análise da pedalada no ecrã da televisão
O que é

Um bike fit ajusta a bicicleta a ti — não tu à bicicleta.

Selim, avanço (a peça que segura o guiador), guiador e pedais têm dezenas de posições possíveis. Ajustar “a olho” acumula erros que o corpo acaba por pagar.

Em vez de tentar à sorte, filmo-te a pedalar no rolo, meço os ângulos das articulações e corrijo cada ponto com laser, nível digital e fita métrica — na tua bicicleta, com a tua roupa e o teu calçado. O que muda fica escrito num relatório, para não se perder.

Victor Castelo Branco no estúdio VTR Bike Lab, com a marquesa de avaliação, o rolo e o painel de ferramentas ao fundo

Quem faz o fit

Sou o Victor. Sou profissional de Ciência do Desporto e trabalho biomecânica aplicada ao ciclismo, treino de ciclismo e mecânica de bicicletas. O bike fit é feito por mim, do princípio ao fim, no estúdio em Oeiras.

Os sinais que trazem ciclistas ao estúdio

Nenhum destes sinais tem uma causa única. O que posso fazer é medir — e a medida diz onde mexer.

  • Lombar ou pescoço a doer a meio da saída

    Costuma ter que ver com a distância ao guiador e a inclinação do tronco.

    Meço: ângulo do tronco e do ombro
  • Joelhos a queixar-se

    Altura e recuo do selim são os primeiros suspeitos. O ângulo do joelho em cima e em baixo do pedal diz-me onde estás.

    Meço: ângulo do joelho, mín. e máx.
  • Mãos ou pés a adormecer

    Peso a mais nos pontos de contacto — guiador, selim, pedais — ou calçado e cleats fora de sítio.

    Meço: ângulo do pé e posição do cleat
  • Selim que não se aguenta

    Largura, inclinação e recuo. Um selim errado não se resolve com calções melhores.

    Meço: zona do selim e ângulo da anca
  • Pernas a cansar cedo demais

    Uma posição que não deixa a anca e o joelho trabalhar no ângulo certo gasta mais do que produz.

    Meço: ângulo da anca e do joelho ao longo da pedalada
  • Pedalas há anos e nunca mediste

    A maior parte das posições foi montada por hábito. Medir é a forma de saber o que mudar — e o que deixar como está.

    Meço: os cinco ângulos, e fica no relatório
O processo

O que acontece na tua sessão

Sempre um ciclista de cada vez, na tua bicicleta, montada no rolo do estúdio.

1h30Urbano3hPerformance

  1. Conversa inicial

    Objetivos, historial de lesões, tipo de prática e o que te incomoda na bicicleta.

  2. Avaliação fora da bicicleta

    Na marquesa: mobilidade e assimetrias entre os dois lados, para saber o que o teu corpo permite antes de mexer na bicicleta.

  3. Pedalada filmada e medida

    No rolo, com a câmara ao lado: a app marca as articulações e mede os ângulos do joelho, da anca, do tronco, do ombro e do pé em cada pedalada.

    Imagem da análise em vídeo: esqueleto sobreposto ao ciclista com os ângulos do joelho, da anca e do tronco medidos pela app
  4. Ajuste ponto a ponto

    Selim (altura, recuo, inclinação), avanço e guiador, pedais — e, no Performance, os cleats. Com laser, nível digital e fita métrica.

    Victor a nivelar o selim com um nível digital; linha laser projetada na parede
  5. Relatório BFF Pro

    Sais com os ângulos e as medidas da tua posição. Se mudares de bicicleta ou de selim, é o ponto de partida.

    Relatório BFF Pro com as medidas do bike fit, aberto no iPad
O que levas para casa

Sais com números, não com opiniões.

Ao lado, o que vês no ecrã durante a sessão: a tua pedalada filmada e os ângulos medidos pela app. Por baixo, o relatório — a tabela de ângulos e a zona do selim. Fica contigo.

Imagens de uma sessão real, publicadas com autorização do ciclista.

Análise em vídeo de uma sessão: esqueleto sobreposto e ângulos do ombro, tronco, anca, joelho e pé
Painel do relatório: tabela de ângulos com o ângulo de sela efetivo, ângulo do pé, do ombro e do tronco, e o gráfico da posição do selim
Avaliações Google

O que dizem depois da sessão

“Excelente atendimento e um trabalho super profissional. Fiz o bike fit e a diferença no conforto e na posição na bicicleta foi imediata. O Victor explica de forma simples e com muita atenção aos detalhes. Muito conhecimento e cuidado com o cliente. Recomendo a 100% a qualquer pessoa que leve o ciclismo a sério!”

“Profissional muito atencioso e competente. Gostei muito do resultado, logo nos primeiros pedais já senti a diferença!”

“Atencioso e eficaz na ajuda dos problemas da minha bike! Obrigado Victor”

Ver as avaliações no Google →

Planos e preços

Dois planos. A diferença é o calçado.

A avaliação é igualmente completa nos dois. O que muda é o que trazes nos pés — e o tempo que o ajuste exige.

Calçado normal, pedais de plataforma?→ Bike Fit Urbano
Sapatilhas de encaixe, com cleats?→ Bike Fit Performance
Calçado normal · pedais de plataforma

Bike Fit Urbano

97€1h30 · no estúdio

Para quem pedala com calçado normal — na cidade, em BTT ou na estrada. Ajusto a bicicleta ao teu corpo sem mexer no calçado.

  • Conversa inicial e historial
  • Avaliação fora da bicicleta (mobilidade e assimetrias)
  • Pedalada filmada e medida no rolo
  • Ajuste de selim, avanço, guiador e pedais
  • Relatório BFF Pro com as tuas medidas

Trazes: a tua bicicleta e a roupa com que pedalas.

Marcar Urbano · 1h30

Abre a agenda online — escolhes dia e hora. Pagas no estúdio, no fim da sessão.

Sapatilhas com cleats · pedais de encaixe

Bike Fit Performance

127€3h · no estúdio

Para quem pedala com sapatilhas de encaixe. Tudo o que está no Urbano, mais o protocolo de ajuste dos cleats.

  • Tudo o que está no Urbano
  • Protocolo biomecânico de ajuste dos cleats
  • Posição do cleat entre o 1.º e o 5.º metatarso (os ossos atrás dos dedos do pé)
  • Estabilidade do pé no pedal ao longo da pedalada

Trazes: bicicleta, roupa e as sapatilhas com cleats.

Marcar Performance · 3h

Abre a agenda online — escolhes dia e hora. Pagas no estúdio, no fim da sessão.

Treino · antes de mexer na posição

Como está o teu treino?

Se de cada vez que sais pedalas ao máximo, estás a caminho de uma de duas coisas: parar por lesão ou parar de evoluir.

O treino é o estímulo; a melhoria acontece na recuperação. Treinar bem é sobrecarregar e recuperar — quando falta a segunda parte, o que era progresso vira fadiga que não passa, rendimento a cair e, muitas vezes, dor. O treino tem de ter lógica.

  • Subidas rápidas e grandes de carga estão provavelmente na origem de grande parte das lesões sem contacto. Carga alta, construída aos poucos, protege — e treinar de menos também aumenta o risco.

    Gabbett, 2016 · Br J Sports Med
  • Treinar sempre pesado, sem alternar dias duros e leves, associou-se a mais doenças banais e pequenas lesões. A monotonia conta tanto como a carga.

    Foster, 1998 · Med Sci Sports Exerc
  • Os atletas de resistência de topo fazem cerca de 80% das sessões a intensidade baixa e cerca de 20% a intensidade alta — não o contrário.

    Seiler, 2010 · Int J Sports Physiol Perform
  • Pedalar produz radicais livres. Na dose certa são o sinal que faz o músculo adaptar-se; em excesso e sem recuperação, o corpo não os neutraliza e o dano acumula-se — o chamado stress oxidativo. Em atletas sobretreinados, esse dano estava mais alto mesmo em repouso.

    Powers et al., 2020 · J Sport Health Sci  ·  Tanskanen et al., 2010 · J Sports Sci
  • Treino de força reduziu as lesões de sobrecarga para cerca de metade. Alongamento, sozinho, não.

    Lauersen et al., 2014 · Br J Sports Med
Trilho na arriba visto do guiador, com o ciclocomputador, canas dos dois lados e o mar ao fundo — uma saída de treino do Victor

Sinais de que passaste do ponto

  • Fadiga que uma noite de sono não resolve
  • Rendimento a cair apesar de treinares mais
  • Humor em baixo, irritação, sono pior
  • Constipações e pequenas lesões a repetir-se
  • Dor que apareceu sem a bicicleta ter mudado

Fadiga, queda de rendimento e alterações de humor são os sinais descritos no consenso ECSS/ACSM sobre sobretreino (Meeusen et al., 2013).

Macrociclo

A época inteira. Para onde vais: uma prova, uma viagem, voltar a pedalar sem dor. Tudo o resto desenha-se a partir daqui.

Mesociclo

Blocos de algumas semanas, cada um com um foco — base, força, intensidade — e um fim, antes de o corpo saturar.

Microciclo

A semana. Dias duros e dias leves alternados, com descanso a sério pelo meio. É aqui que a monotonia se evita.

Sessão

Aquecimento progressivo, parte principal com um objetivo, retorno à calma. Uma saída sem começo nem fim é só desgaste.

Descanso não é ausência de treino: é onde o treino se transforma em rendimento. E ninguém está no máximo o ano inteiro — um pico planeia-se para quando interessa; o resto do ano prepara-o.

O que isto tem a ver com o bike fit

É por isso que a sessão começa com uma conversa sobre o teu treino, não com a chave inglesa. Se a bicicleta não mudou e a dor apareceu quando a carga subiu, o primeiro suspeito é o treino, não a posição — e digo-to antes de ajustar o que quer que seja.

Sou profissional de Ciência do Desporto e trabalho treino de ciclismo. Se quiseres, fala-me do teu treino — é a primeira coisa que pergunto de qualquer forma.

O Manual de Bolso do Ciclista tem um módulo de treino — zonas e o teste de referência, sem equipamento caro. Grátis.

Fontes: Meeusen et al., 2013 (ECSS/ACSM, Med Sci Sports Exerc) · Gabbett, 2016 (Br J Sports Med) · Foster, 1998 (Med Sci Sports Exerc) · Seiler, 2010 (Int J Sports Physiol Perform) · Lauersen et al., 2014 (Br J Sports Med) · Powers et al., 2020 (J Sport Health Sci) · Tanskanen et al., 2010 (J Sports Sci) · Issurin, 2008 (J Sports Med Phys Fitness).

Perguntas antes de marcar

Quanto tempo demora?

O Bike Fit Urbano ocupa 1h30 e o Performance 3h. É sempre uma sessão individual: um ciclista de cada vez.

Como escolho o plano?

Pelo calçado. Se pedalas com sapatilhas de encaixe (cleats), é o Performance — inclui o ajuste dos cleats. Se pedalas com calçado normal em pedais de plataforma, é o Urbano. Tudo o resto — avaliação, filmagem, ajuste da bicicleta, relatório — é igual nos dois.

Tenho de levar a minha bicicleta?

Sim. O ajuste é feito na tua bicicleta, que fica montada no rolo do estúdio durante a sessão. É essa a bicicleta que vais pedalar depois — é essa que se ajusta.

O que devo levar?

A bicicleta, a roupa com que costumas pedalar e, no Performance, as sapatilhas com os cleats montados.

E se for preciso trocar um componente?

Dependendo dos resultados, alguns componentes — como o selim ou o avanço (a peça que liga o guiador ao quadro) — podem ser indicados para troca, para chegar a uma posição correta e segura. Essa recomendação faz sempre parte do bike fit. O componente em si é opcional e cobrado à parte: só o adquires se quiseres, sem qualquer obrigação.

O que recebo no fim?

O relatório BFF Pro com os ângulos medidos (joelho, anca, tronco, ombro, pé) e as medidas da tua posição. Se um dia mudares de bicicleta ou de selim, é o ponto de partida para repetir a posição.

Onde fica o estúdio?

Rua Sacadura Cabral 23, 1495-702 Oeiras. É um estúdio fixo — não faço bike fit ao domicílio. Abrir no Google Maps ↗

Estúdio em Oeiras · marcação online

Marca o teu Bike Fit

Escolhe o plano pelo calçado, marca a hora na agenda e aparece com a bicicleta e a roupa com que costumas pedalar.

+351 913 844 787
Victor Castelo Branco a medir a altura do selim com fita métrica, com a linha laser a passar pelo eixo do pedaleiro, no estúdio em Oeiras
VTR Bike Lab Rua Sacadura Cabral 23
1495-702 Oeiras
Abrir no Google Maps

Estúdio fixo. Não faço bike fit ao domicílio.

Ainda não estás pronto para marcar? Leva o Manual de Bolso do Ciclista — o guia que escrevi para quem ainda não fez bike fit. Grátis, por email.